Tratamento e prognóstico
Não existe uma cura para a esclerose sistémica. Os doentes devem proteger sempre as mãos do frio e de traumas e parar de fumar. São utilizados medicamentos para facilitar a circulação do sangue, para melhorar as queixas digestivas e analgésicos ou anti-inflamatórios para as dores músculo-esqueléticas. Em casos de doença mais grave, utilizam-se fármacos mais agressivos, imunossupressores. A principal causa de morte na esclerose sistémica é o atingimento pulmonar. O prognóstico é melhor se a doença for diagnosticada precocemente mas atualmente ainda se verificam morbilidade e mortalidade altas. Estima-se que a sobrevivência aos 10 anos seja entre 55 e 77%.
Dra. Inês Chora, Médica Medicina Interna Hospital São João do Porto





